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Notícias (Secretaria de Turismo)

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Segunda, 15 Outubro 2018 19:10

A arte da Fotografia, ao som do Jazz

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2Após uma imersão por Terras Indígenas no Xingu, e também em Santiago do Norte na região de Paranatinga MT, agora é a vez de Chapada dos Guimarães receber, a Mostra fotográfica Olhares Ocultos, Paisagens Perceptíveis, do fotógrafo documentarista Henrique Santian, contemplado pelo Edital Circula MT (2016\2018), do Governo do Estado de Mato Grosso, através da Secretaria de Estado de Cultura.

Composta por 20 imagens do fotógrafo Henrique Santian, a exposição traz as diferentes características dos biomas do estado de Mato Grosso, em especial o Cerrado, Amazônia, Araguaia e Pantanal. Ao fazer o registro fotográfico de ambientes naturais e em transformação, este fotógrafo traz como identidade em seu trabalho um olhar documental artístico, em questão propõe criar uma reflexão pelo antagonismo das imagens paralelamente apresentadas. O público, além de usufruir de momentos hedônicos, pela beleza das paisagens retratadas, poderá ultrapassar os momentos contemplativos em uma imersão de apelo ecológico pela preservação e conservação dos ecossistemas.

Das primeiras visitas, Santian traz lembranças e relatos de uma experiência inesquecível: "As crianças Waujá da aldeia Ulupuwene, despertam a imaginação com as formas e cores das imagens apresentadas. Muitas delas estão tendo a primeira experiência em ver uma mostra fotográfica em sua aldeia", relata o fotógrafo sobre a primeira montagem que ocorreu durante o ritual do Kaumai ou Kuarup na aldeia Ulupuwene do povo indígena Waurá, no Parque Indígena do Xingu.

Das primeiras visitas, Santian traz lembranças e relatos de uma experiência inesquecível: "As crianças Waujá da aldeia Ulupuwene, despertam a imaginação com as formas e cores das imagens apresentadas. Muitas delas estão tendo a primeira experiência em ver uma mostra fotográfica em sua aldeia", relata o fotógrafo sobre a primeira montagem que ocorreu durante o ritual do Kaumai ou Kuarup na aldeia Ulupuwene do povo indígena Waurá, no Parque Indígena do Xingu.

Para este grupo, Santian também realizou a oficina de fotografia. O fotógrafo ressalta que a montagem da exposição ocorreu um dia antes do grande ritual do Kuarup. Foram montadas 20 imagens impressas em canvas (material de pano de tela), o que segundo Santian, revela a identidade da Exposição e desperta a curiosidade. "Um momento de reflexão sobre a vida, o entardecer nos traz uma noite escura de lua nova, o céu é encoberto por infinitas estrelas onde é possível perceber cada movimento de Luz. Os Waujá nos saudaram com flautas nesta noite de contemplação".

Em Santiago do Norte (Paranantinga), a exposição foi montada na Escola Municipal do Campo Alcides Visoni. A colaboração da comunidade escolar para a montagem da exposição, foi também um dos grandes momentos para esta circulação, pois a atitude colaborativa rompe barreiras e faz com que a arte chegue em espaços que até então, são desconhecidos de muitos artistas.

"Agradeço a professora Manuela e todos os alunos que fizeram a montagem da mostra, e aproveitaram para debater temas socioambientais através das fotos apresentadas", diz Santian. As fotografias impressas para cada localidade, são doadas e a partir delas, professores e comunidades podem realizar atividades educativas, reflexões sobre a vastidão do estado de Mato Grosso e a conscientização ambiental.

Fotógrafo documentarista e artista visual multimídia, nascido em 1989 em Sorriso, no norte de Mato Grosso. Formado pela Omicron (PR), trabalha com fotografia desde os 15 anos, tendo conquistado boa parte de seu repertório de forma autodidata. Sua obra é diversa e tem como marca um distinto olhar autoral. Atualmente mora em Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, e desenvolve uma série de projetos documentais e artísticos concomitantes. be.net\santian

A abertura será realizada na rua Quinco Caldas 164, bairro Centro (Chapada dos Guimarães), na rua da Feirinha da Sustentabilidade entre o Paradinha bar e Bodega, dia 13 de outubro, a partir das 20:00, ao som do CAMERATA JAZZ, que traz um repertorio dos clássicos americanos do jazz e uma seleção brasileira de bossa nova e samba jazz.

Serviço:

A partir do dia 15 de outubro 2018, no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) Chapada dos Guimarães, com funcionamento das 07h às 18h, endereço: Av. Perimetral, s/nº, bairro Bom Clima. Abertura as 17:00.

Da Assessoria

Geodésica in Blues Festival 3ª Edição é uma semente que foi plantada no terreno fértil e etílico do Sítio monjolinho, localizado no Vale da Bêncão, município de Chapada dos Guimarães, centro geodésico da América do Sul.


Batizado com o homônimo da cachaça artesanal, orgânica, produzida dentro da propriedade, durante uma conversa entusiasmada sobre blues, eventos, amigos e alguns shots do néctar local, eis que a ideia começa a ser desenvolvida.

Inicialmente em pequena escala, para poucos apreciadores, começa a ser produzido ali, no mesmo local onde a Cachaça Geodésica é fabricada, um evento de blues, intimista, e com aquele sabor musical apurado, com todo o cuidado na produção, e com o resultado que não poderia ser outro: sabor de “mais uma dose”.

O evento então começa a sair além das porteiras do sítio, e oferece uma versão um pouco maior, para mais pessoas apreciarem e curtirem o que o blues tem a oferecer, e, na segunda edição o guitarrista Fábio Brum, já reconhecido no cenário do blues do centro-oeste e atuando em São Paulo com grandes nomes do blues, aceita o convite, vem até a Chapada, faz um show ao lado de outras atrações locais (Brand Blues e Alligators Blues Band). Mais uma vez a Cachaça Geodésica brindou com sabor e qualidade a todos os presentes com o melhor do blues, desta vez no centro da cidade no Espaço Pomodori.

Agora, a semente que foi plantada, começa a germinar, e pretende dar bons frutos. Sendo semeada com um pouco daquilo que temos de melhor no blues local, regional e nacional.
Uma versão totalmente aberta ao público, para que mais pessoas, cada vez mais possam apreciar e saborear o que o blues tem para oferecer em emoção e qualidade musical.

A 3ª edição traz os artistas Renato Mendes & Rick Bérgamo (MS), Décio Caetano (PR), que dispensam apresentações pelo tamanho de suas representatividades ao cenário do blues nacional. São mais de 20 anos de carreira, muita bagagem e muitos caminhos percorridos até chegarem ao nosso destino em Chapada dos Guimarães, pra trazer aquilo que sabem fazer de melhor pelo mundo a fora.
Somando ainda para enriquecer o festival, os nomes do blues local que já são conhecidos: Allan Regis & Mississipi Jr., Stone Flower Blues, e a grande revelação do blues cuiabano SilverGuy

Além disso, ainda haverá uma apresentação surpresa, que fará uma homenagem à um grande nome do blues nacional. Inciando assim nesta edição: o homenageado do evento, que terá seu nome lembrado durante toda a programação e cerimonial do Festival.

Assim, aquela semente que foi plantada no solo fértil da plantação de cana-de-açucar, onde é fabricado o néctar chamado Cachaça Geodésica, começa a dar resultado também no blues do Mato Grosso. Geodésica in Blues Festival, pretende fazer parte do calendário oficial de eventos do município de Chapada dos Guimarães, e, tem como objetivo maior entrar para o Circuito Nacional de Blues, assim quem sabe, se tornar um evento internacional.

Esta é a historia até o momento… vamos desfrutando deste sabor, apreciando esta emoção.

Fotos do dia:

WhatsApp Image 2018 09 26 at 14.40.35Nesta segunda – feira foi realizada uma reunião na Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Meio Ambiente, para tratar do CADASTUR (Cadastro de Turismo). A ação começou no ano passado, quando a secretaria iniciou o cadastro e notificou alguns estabelecimentos da área do turismo como hotéis e restaurantes.

O objetivo é fomentar a organização do trade, começando pelo cadastramento de todos os profissionais e estabelecimentos da área, incluindo os guias.

Fiscais de Brasília vieram a Chapada dos Guimarães para fazer as atualizações, notificações e aplicar multas para as pessoas jurídicas ou físicas que não se cadastrarem.

Esse cadastro possibilita o controle do município sobre o número de visitantes, lugares mais visitados, além de levantamentos sobre as adversidades que o turista enfrenta.

As ações da secretaria partem do princípio que o controle e organização resultam na melhora dos serviços.
Segundo levantamento preliminar, poucos estabelecimentos existentes estão cadastrados, ou seja, pagando os impostos para o município.

O Parque Nacional de Chapada dos Guimarães estará no CAT da Secretária da Cultura, Turismo e Meio Ambiente dia 11 de setembro às 17:30 hs promovendo uma reflexão sobre o bioma Cerrado após exibição do documentário Ser Tão Velho Cerrado.

Ser Tão Velho Cerrado - Denúncia e contemplação por Bárbara Demerov

Mais do que promover a reflexão, o cinema também tem como missão propiciar a mobilização social ao abordar temas pertinentes, trazendo para o centro da roda uma discussão necessária e que merece muita atenção. 
É neste contexto que se encaixa Ser Tão Velho Cerrado, documentário de André D'Elia que entrega uma aproximação acentuada do desmatamento no Brasil e nas inúmeras consequências da destruição da natureza, movidas e permitidas pelas leis do novo Código Florestal.

Corajoso e sobretudo com teor informativo, o documentário apresenta muito bem a ambientação do cerrado e daqueles que ali vivem. Contando ainda com as participações dos atores Juliano Cazarré e Valéria Pontes, que ajudam a enfatizar e elucidar as informações, fica muito clara a intenção do diretor de dar o máximo de informações ao espectador. Tal escolha proporciona uma imersão muito interessante àqueles ambientes e ainda por cima consegue evitar a estagnação por conta da montagem bem conduzida.

De forma crescente, Ser Tão Velho Cerrado concede cada vez mais fatos ligados ao governo, ao agronegócio, à população prejudicada e aos agricultores que se esforçam para ajudar o meio ambiente e, ao mesmo tempo, produzem alimentos com qualidade e aptidão. Ao fim do documentário, a vasta gama de notícias, esclarecimentos e depoimentos dão uma base incontestável. Mais do que um filme denúncia, este é um filme de resistência.

“O filme tem que trazer provocação para a comunidade e o poder público. Afinal de contas, precisamos do Cerrado para viver. O que está em jogo é o direito de as pessoas viverem tranquilas, terem energia, água, comerem bem”, diz o diretor paulistano André D’Elia, de 31 anos. “Não somos ambientalistas, mas humanistas”, continua. O diretor realiza um estilo de cinema documental, independente que aborda temas sociais e ambientais buscando desencadear ações e mudanças.
Autor de outros dois documentários com temática ambiental, A Lei da Água (O Novo Código Florestal - 2015) e Belo Monte, Anúncio de uma Guerra (2012), D’Elia foi chamado para retratar o bioma do Centro-Oeste pela Fundação Mais Cerrado, organização que articula politicamente pela criação de uma lei de proteção e coproduziu o filme.
Ao longo dos três anos de realização do documentário, o Cerrado sofreu com desmatamentos e sobretudo com o grande incêndio de 2017, que destruiu 65 mil hectares (ou 25%) do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Ainda existe a suspeita de motivação criminosa.

Dia do Cerrado é celebrado anualmente em 11 de setembro. Neste ano o Instituto Chico Mendes em Chapada dos Guimarães, propõe uma intervenção diferente. A fim de promover o diálogo com a sociedade local promove o 'Cinedebate' na exibição do filme documentário Ser Tão Velho Cerrado que retrata a realidade da sociedade do entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, GO.

Sinopse 
40 milhões de anos em um filme. Este documentário é uma grande campanha em defesa do Cerrado que sofre com desmatamentos recordes levando um ecossistema inteiro à extinção. Preocupados, alguns moradores da Chapada dos Veadeiros decidem se unir para defender a natureza. A elaboração de um plano de manejo os desafia a conciliar interesses aparentemente incompatíveis, abrindo um diálogo necessário entre a comunidade científica, agricultores familiares, grandes proprietários de terra e defensores do meio ambiente.

Trilha Sonora e participações
“Ser Tão Velho Cerrado” conta com trilha sonora original composta por Felipe Gomide e Pedro Lobo, e integrantes da banda Xaxado Novo. Músicas de Ivan Vilela, um dos grande nomes da viola caipira no País, também estão no documentário que ainda conta com Índia Mãe da Lua, Bruno Duarte e Ricardo Barros e da dupla americana Ley Line.

https://www.youtube.com/watch?v=RQR5gfgzytk

Fonte: http://chapadadosguimaraes.com

Da Redação - Isabela Mercuri - Olhar Direto

A Prefeitura de Chapada dos Guimarães publicou, na última semana, um Chamamento Público, a fim de selecionar uma empresa para patrocinar a ‘Oktoberfest’, a ser realizada na cidade nos dias 19 a 21 de outubro de 2018, e também no mês de outubro de 2019 e 2020. A ideia é criar uma nova tradição e levar mais turistas para a região.

A Oktoberfest é uma tradição alemã, que começou em 1810 na cidade de Munique. No Brasil, a primeira edição aconteceu em 1984 em Blumenau, Santa Catarina. De acordo com o site oficial da festa no Brasil, na ocasião foram consumidos 103 mil litros de chope, e compareceram 102 mil pessoas.

A ideia da Prefeitura, segundo o edital, é “executar a política de apoio à cultura, formular, coordenar e executar programas de incentivo às manifestações artístico-culturais, estimular a pesquisa da arte e da cultura, apoiar instituições culturais públicas e privadas, incentivar a produção e a divulgação de eventos culturais e integrar a comunidade às atividades culturais. Visa ainda fomentar o turismo e o comércio local aquecendo a economia local”.

A empresa patrocinadora da festa terá que arcar com todos os custos, incluindo “Cerimonial para apresentação das atrações com DJ para transição entre artistas; 24 horas de apresentações musicais tradicionais alemãs dos diversos ritmos/gêneros musicais: tais como orquestras, rock, etc, sendo realizadas por artistas de renome regional/nacional; Providenciar desfile com temática e caracterização de alemães em volta da Praça Dom Wunibaldo (preferencialmente no sábado), envolvendo a população em geral;  Oficinas sobre fabricação de cervejas;  Oficinas sobre fabricações de frios;  Jogos Alemães tradicionais;  Contadores de histórias infantis voltadas a cultura alemã;  Mostra de Arte sobre a cultura alemã e sua influência no Estado de Mato Grosso; Obs: Todas as despesas com as atrações serão arcadas pela Patrocinadora, como, por exemplo: cachê, estadia, alimentação, translado e demais gastos que e fizerem necessários”. Além disso, também fica responsável pela estrutura, propaganda, segurança, apoio na gestão do evento, decoração, águas, camisetas e praça de alimentação.

Com exceção das atrações e propaganda, a empresa deverá destinar no mínimo 30% da contratação dos serviços previstos para a população local, principalmente no que tange a mão-de-obra. Não haverá gastos por parte do Município de Chapada dos Guimarães, visto que todo o evento será promovido e com custos arcados pelo patrocinador, cabendo à Prefeitura, tão-somente, dar apoio com serviços de limpeza já prestados pela Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Meio Ambiente, bem como firmando parcerias com o órgão de Segurança Pública Estadual.

Em contrapartida, a Prefeitura oferece ao patrocinador “Comercialização exclusiva dos produtos da Marca (do segmento da patrocinadora) no circuito fechado do evento; autorização para montagem de stand promocional, em espaço que será escolhido e determinado pela Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Meio Ambiente, dentro do Circuito Fechado do Evento; Liberação de espaço físico denominado Front Stage (conforme projeto), para instalação do Camarote 02 do evento (espaço em frente/lateral ao palco), permitindo a comercialização dos ingressos durante os 02 (dois) dias de evento; autorização para comercialização de ingressos/abadas para participação no desfile temático; sua logomarca colocada em destaque em todo material gráfico; local, dentro do circuito do evento para exposição de produtos da marca (local a ser definido de acordo com o entendimento da organização do evento); Liberação dos espaços físicos para montagem exclusiva de praça de Parque de diversão ou outra atividade de entretenimento, com a possibilidade de venda de ingressos durante os 03 (três) dias de evento; autorização para instalação de material gráfico e visual, para a divulgação da marca, no circuito do evento; Instalação de material gráfico e visual de forma exclusiva para divulgação da marca; Logomarca e vídeo no telão de led oficial do evento; Impressão da logo em todo material de lona impressa para comunicação visual oficial das entradas, palco e demais dependências do evento; Citação da marca de forma frequente pelos locutores oficiais do evento; Autorização para distribuição de brindes e materiais da marca, no circuito fechado do evento; Citação da marca por todos os artistas, ao encerrarem seus shows no evento; Logomarca em todo material gráfico da campanha publicitária, desenvolvida pela Prefeitura como: Outdoor, Painéis de Led, Empenas, Panfletos e Banners”.

O Chamamento Público se encerra às 9h da manhã do próximo dia 31 de agosto, sexta-feira. As empresas interessadas devem entregar a documentação na sede da Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Meio Ambiente de Chapada dos Guimarães, incluindo um projeto, em slides e vídeos arquitetônicos em 3D do projeto do evento.

Confira mais informações no edital de Chamamento AQUI

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