Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães

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Quarta, 05 Junho 2019 09:11

Qualidade de vida promove uso racional do material de expediente

material de expediente1Acompanhando uma tendência adotada por administrações públicas e privadas, a coordenadoria de Qualidade de Vida da Prefeitura de Chapada dos Guimarães tem focado na melhoria da gestão dos recursos públicos visando a redução de desperdícios, o que possibilita o aumento dos recursos disponíveis, que por usa vez serão investidos em serviços voltados para a cidadão. Panfletos colocados próximo a bebedouros e em quadros informativos incentivam o servidor a adotar uma nova postura em relação ao uso destes materiais.

Uma exitosa ação neste sentido provocou a economia de R$ 120 mil na prefeitura de Carazinho (RS), onde cada servidor foi encorajado a levar sua própria caneca, evitando assim o consumo de copos de plástico. Na prefeitura Chapada existe uma ação parecida, e a adesão dos servidores ao uso de canecas, apesar de ainda tímida, já começou.

Outro exemplo: economizar R$ 30 milhões por ano apenas gerindo melhor a energia elétrica e a quantidade de documentos impressos. Foi com essa proposta que foi criado o Projeto Esplanada Sustentável (PES), cujo objetivo é incentivar órgãos e instituições públicas federais a adotar um modelo de gestão organizacional e de processos estruturado na implantação de ações voltadas ao uso racional de recursos naturais.

A ideia é promover a sustentabilidade ambiental e socioeconômica na administração pública por meio da redução de gastos com diversos serviços, que vão desde limpeza, telefonia fixa, até água e energia elétrica. Com o projeto, a administração pública passa a integrar atitudes que tornam mais racional o uso dos recursos públicos, com a inserção da variável socioambiental no ambiente de trabalho.

“Devemos adotar e promover medidas sustentáveis, econômicas e sociais, com vistas a eliminar o desperdício por meio da melhoria contínua da gestão dos processos”, destaca Márcia Guedes, coordenador da Qualidade de Vida.

Um estudo feito pelo Ministério do Planejamento em 2017 estima que, apenas com papel, haja um desperdício anual de 500 folhas por servidor em uma prefeitura de pequeno porte. “Precisamos fazer uso consciente dos materiais de expediente, pensando sempre na economicidade e otimização dos trabalhos”, completa Márcia Guedes.

Os principais eixos do programa – sustentabilidade e eficiência do gasto público – sejam contemplados, é necessário propor mudanças de hábito e sensibilizar os servidores. “A gente tem um gasto enorme com papel e com copo descartável. Isso sai do nosso bolso. São atitudes que vão desde pegar um copo descartável para tomar água, usar uma vez e depois jogar fora. É um gasto enorme em administração, é muito significativo”, dia a secretária de Planejamento, Claudia Maria Borges.

De fato, os copos descartáveis também aparecem nessa lista de gastos com potencial de redução. E isto está longe de representar um problema apenas para as despesas públicas, já que o meio ambiente leva de 200 a 450 anos para decompor os copos plásticos.

Meio Ambiente

Em tempos de acordos ambientais, evolução tecnológica e recessão econômica, faz sentido desperdiçar material de expediente? Papéis, tinta de impressão, clips, pastas, tudo isso custa dinheiro, ocupa espaço e tem um peso ecológico. Não é preciso radicalizar: os hábitos antigos podem ser integrados gradativamente às opções que vão surgindo, e uma série de ações que o servidor toma podem ajudar a prefeitura a economizar e ser mais eficiente. As áreas em que as soluções digitais podem complementar – ou até mesmo substituir – os métodos tradicionais de se lidar com as questões do dia a dia em uma instituição pública são um exemplo: enviar o documento por e-mail para leitura, sem precisar imprimi-lo, é um destes exemplos.

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