Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães

Turismo

CIDADE DE PEDRA – Atrativo localizado no PNCG. Sabe aquela história do tempo e o vento? Então! Aqui, eles são os atores principais: no canyon, as pedras, com mais de 300 mt de altura, foram pacientemente esculpidas pelo vento.  No topo, as formações rochosas lembram ruínas de uma cidade, nos seus paredões vários casais de araras-vermelhas; lá embaixo, a vegetação desenha na planície o mapa do Brasil, São as nascentes do rio Claro. De tirar o fôlego! um dos lugares mais impressionantes para se visitar! Para muitos, este é o mais imperdível de nossos atrativos. E espia...você aqui pega o caminho prá Água Fria!

  • CACHOEIRA DO PINGADOR – A caminho da Água Fria, em uma propriedade privada, a gente encontra este atrativo. A cachoeira tem uma queda de 12m de altura, a água é cristalina, e bem lá embaixo, a piscina natural, de areia fina e rasa, é um convite a um bom banho!
  • GARIMPO DO SALVADOR – É bem aqui, no Garimpo do Salvador, que você vai conhecer como funcionava o garimpo antigamente – desde a quebra do cascalho até o manejo das ferramentas. Vai ver lá o “Curral de Pedra”, ponto de parada e pouso dos tropeiros: formações megalíticas, esculpidas pelo tempo e o vento. A recepção do pessoal do local é muito bacana, você vai gostar!!

·         MORRO DE SÃO JERÔNIMO – Dentro do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, é o segundo ponto mais alto do município, com cerca de 800 mt de altitude. Se você gosta de trekking, essa é a sua praia! Claro que, a estas emoções, outras mais se juntam: um visual estonteante, a forte proximidade com as coisas que só a natureza produz – cheiros, sons, cores..., e lá em cima, a sensação de conquista, de liberdade, de alma leve! Agora, você pode fazer a Travessia (com pernoite ou sem pernoite), que sai do Circuito das Cachoeiras, caminhando até o São Jerônimo, onde se pernoita: a base é a Casa do Morro, que fica vizinha ao São Jê (para os íntimos)! Lá em cima, você vai observar todo o vale e a cidade de Cuiabá. Dia seguinte, pode até conhecer a comunidade que fica bem ali, no pé da gloriosa montanha!

·         CIRCUITO DAS CACHOEIRAS – Composto pelas cachoeiras 7 de Setembro, do Pulo, do Degrau, da Prainha, das Andorinhas e da Independência, estão todas dentro do Parque Nacional. Você vai, faz uma caminhada legal, absorve tudo o que a natureza está te oferecendo, e prá amenizar o sol, tome um banho demorado, curtindo cada momento..., é mesmo uma viagem!

·         CASA DE PEDRA – Localizada dentro do Parque Nacional, a Casa de Pedra é uma caverna de arenito, e de fácil acesso (principalmente quando você faz o Circuito das Cachoeiras). Ela fica bem pertinho de uma vereda, e é cortada pelo córrego Independência, formando uma pequena cachoeira. Em tempos remotos, serviu de abrigo para indígenas, bandeirantes, tropeiros. Hoje, abriga turistas exauridos pelas caminhadas também!

·         VÉU DE NOIVA – Por que esse é um espetáculo, e tão procurado??? Dentro do Parque Nacional, o capricho do Rio Coxipó forma essa cachoeira fantástica, com 86 mt de queda livre, cujas águas escoam pelo vale aberto no arenito, de impecável vegetação. De fato, é um show de cores e sensações, porque tudo lá é maximizado. Tudo super, tudo hiper. Pode ir sem guia: bem na entrada do atrativo, tem um mirante bacana, onde você poderá admirar tudo, e comprovar que ali, tem o dedo de Deus!

·         CACHOEIRA DOS NAMORADOS – Não é muito alta: a queda tem aproximadamente uns 6 mt de altura, mas tem um encanto: você pode andar por detrás da queda d’água, que cai feito um manto pela escarpa que lhe dá origem. É um momento zen, de descanso, frescura e contemplação – e mais um presente do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães!

·         CACHOEIRINHA – Está bem ali, entre o Véu de Noiva e a Cachoeira dos Namorados. Uma queda expressiva (de 18 mt de altura), que deságua em um poço raso, cuja areia do entorno convida a um bom banho. É muito procurada, porque ali as crianças também se deliciam com os favores da Natureza, além de ter uma estrutura bem bacana. E mais um atrativo do Parque Nacional.

·         NINHO DAS ÁGUIAS – Em uma propriedade particular, vizinha ao Parque Nacional, este é um dos belos mirantes naturais da Chapada: de lá, vê-se a cidade de Cuiabá, o Morro de Santo Antônio, o Morro de São Jerônimo. A Cachoeira de Santa Bárbara (174 mt), o Quebra Gamela e a Tope de Fita – caminho de tropeiros, hoje tombado pelo IPHAN. Já perdeu o fôlego alguma vez? Então...vai ser lá!!

·         SERRA DO ATMà– Estamos no ponto mais alto de Chapada dos Guimarães, e da chapada. Aqui, estamos mais de 850 mt mais perto do céu...e acima do nível do mar! Desse mirante natural, avista-se a planície cuiabana, o Parque Nacional, Cidade de Pedra e o Fecho do Morro. Ficam ali: o Cindacta, o Alto do Céu (que tem a fama de oferecer o pôr-de-sol mais lindo do mundo) , o morro do Atmã (que alguns dizem significar “perto de Deus”). Vale o passeio, a coisa por aqui tira, e depois, multiplica os sentidos! Neste mesmo ponto, temos o radar da força aérea.

·         VALE DA BENÇÃO – Aqui, o pessoal cavalga pelo Vale. Aqui, é o cinturão verde, com produção de alimentos, enfaticamente nos orgânicos, que abastecem a cidade aqui, e a cidade lá...em Cuiabá. Tem engenhos, com produção de cachaça e rapadura. O lugar, como os demais, é bonito de estar! E, por não?, uma boa oportunidade para se conhecer a ‘hortiprodução’ in loco!

·         CACHOEIRA DO MARIMBONDO – Pertinho da cidade, e em uma propriedade particular, essa cachoeira de 15 mt de altura é uma opção muito procurada para um bom banho: seu deságue forma um lago de cerca de 10 mt de diâmetro. Bastante movimentada!

  • PEDRA GRANDE – Mirante natural e igualmente belo! Nos leva à contemplação e ao sentimento de gratidão e fé na vida.
  • CACHOEIRA DA GELADEIRA -  Fica próxima a do Marimbondo, e é também muito frequentada: pela facilidade de acesso, uma queda de 9 mt que desaba em um poço profundo, e cercado de bancos de pedra. Ideal  para longos banhos!
  • CACHOEIRA DO CASCA/MARTINHA  – O Rio da Casca foi generoso com Chapada dos Guimarães. Na divisa com Campo Verde, nos deu a sequência de cachoeiras com o maior volume d’água daqui. São cinco delas, com um belo poço natural, onde todo mundo quer nadar...e nada mesmo! Próxima da rodovia MT-251, é um convite constante ao relax total. No seu entorno, mais formações rochosas, mais natureza preservada!
  • MIRANTE GEODÉSICO  – Mirante natural, de onde se avista Cuiabá e a imensa planície pantaneira. Seu nome é em função de um marco aqui fixado, fazendo muitos acreditarem que seria o marco geodésico da América do Sul, que na verdade, está em Cuiabá – ali implantado em 1909, pela Comissão Rondon . Mas não importa ser o centro geodésico da América do Sul, e sim, ser o centro da América do Sul: o ponto equidistante entre os Oceanos Atlântico e Pacífico. A energia ali é grande... quando a gente se perde pelo horizonte, as mãos formigam, talvez para lembrar que sim, estamos aqui, estamos ali...e estamos além!
  • CAVERNA AROE JARE - Entrar no circuito das cavernas significa abrir-se para o Todo. A começar pelo nome, Aroe Jare, que em linguagem bororo significa “Morada das Almas”. Daí, quando você parte prá lá, as coisas começam a acontecer: pela trilha, árvores centenárias, uma formação de pedras que, dependendo da perspectiva, é uma cruz ou uma águia; e a maravilhosa Ponte de Pedra! Mas o incrível e louco é quando você se encontra de frente para a Aroe Jare, a maior caverna de arenito deste país: uma porta sempre aberta, de 10 mt de altura por 60 mt de largura. Imaginou? Grandioso, demais! Siga em frente: se for temporada de chuva, logo no primeiro salão você poderá uma quedinha d’água caindo lá do teto (que em tempos antigos era chamada de ‘Chuveiro’, pois como serviu de apoio a indígenas, bandeirantes , garimpeiros e tropeiros, era ali que se banhavam). Ali dentro, a extensão é de 1,4 km, uma boa caminhada, que pode estar inundada. É uma visita guiada, e imperdível.
  • LAGOA AZUL – Venceu a extensão da Aroe Jare? Pois aqui é a outra entrada da mesma Aroe Jare: um lago natural, que ao receber os raios solares, fica azul. Límpido, transparente. Quanto mais próximo do meio do dia, mais intensa é a coloração. É para contemplação – aqui, só os animais da região tem  o banho livre!
  • CAVERNA KIOGO BRADO – “Morada das Aves”, a Kiogo também é uma viagem! A entrada, que nos remete a uma catedral, tem 30 mt de altura! A gente fica pequeninho, e vem aquela onda de conforto: o que estamos vendo, é realmente um presente! As formações areníticas são frágeis, em sua maioria, e por isso, sofrem frequentes transformações. Toda consciência é necessária, caminhe com vagar e segurança. Lá dentro, um pequenComo o arenito é frágil, a caverna está em constante transformação: placas de pedras se soltam do teto com facilidade e o chão parece o riacho corre, parecendo abrir o chão. Menos extensa, a Kiogo Brado, em seus 270 mt, oferece uma penumbra que colabora para o cenário intrigante e grandioso. .
  • CAVERNA POBO JARE – Você acaba de chegar na ‘Morada das Águas’! Siga em frente, porque as emoções continuam!
  • CACHOEIRA DO RELÓGIO – É uma opção bonita – e deliciosa! – para se terminar o Circuito das Cavernas, principalmente se estiver calor: água geladinha, um poço limpo, uma queda não muito alta. Vale a pena, porque o entorno também é incrível!
  • CIRCUITO ÁGUAS DO CERRADO -  em propriedade privada, esse Circuito totaliza 9 cachoeiras, mas 2 estão fora de visitação. Lá, você só vai guiado, e é uma tremenda duma trilha linda, por dentro de um trecho super preservado de cerrado! Olha os nomes de batismo das ‘meninas’:  Cachoeira do  Sossego; Cachoeira do Coração (uma bela duma cascata, um belo poço...); Cachoeira Cambará; Cachoeira  Escadaria; Cachoeira Orquídea; Cachoeira Alma Gêmea (são duas vazões de água, quase idênticas, uma ao lado da outra, na mesma laje de pedra!)  e  Cachoeira da Pedra Encantada. Vai, vai, vai...que é bom demais!
  • LAGO DO MANSO - O represamento das águas da bacia hidrográfica do Rio da Casca e Rio do Manso, deu origem ao maior lago artificial de Mato Grosso, com uma área inundada de 427 km². Imagina isso, que enormidade? Então, esse lago é hoje destino certo para quem curte os esportes náuticos, e também a vida simples: a gente amanhece com o canto de passarinhos, a pescaria é garantida, e a gastronomia local é muito boa! As praias do Lago do Manso são incríveis, e no seu entorno, comunidades históricas  vivem da agricultura familiar, artesanato e turismo rural. Da cidade de Chapada dos Guimarães até o Lago do Manso, dois caminhos são possíveis: um deles, você pega o asfalto, volta em direção à Cuiabá e entra no trevo para o Lago. No outro, um caminho alternativo, você pega asfalto e estrada de terra, mas, por aqui, vai ter a oportunidade de conhecer vários outros atrativos, que são imperdíveis! E ser alternativo é bem a cara de Chapada dos Guimarães: para quase tudo, você tem escolhas. Na região da bacia do rio Manso, pesquisas arqueológicas efetuadas em uma área de 427 km2 realizaram o resgate de 27 sítios arqueológicos pré- históricos e de quatro sítios arqueológicos históricos.Tais pesquisas foram realizadas por ocasião do Projeto de Levantamento e Resgate do Patrimônio HistóricoCultural da UHE-Manso/MT e do Projeto de Resgate do Patrimônio Arqueológico Pré-Histórico da Região da UHE-Manso/MT, desenvolvidos pelos pesquisadores do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia da Universidade Católica de Goiás, mediante convênio firmado com Furnas Centrais Elétricas S. A. (Coletivo 2001; Viana e tal. 2002). (Com informações do site do Malai Manso Resort). Nessa enormidade de água, não tem como não “babar”! É mesmo muito lindo! Aqui no entorno, muitas marinas foram construídas, e o turismo náutico tem força total. Também neste entorno, está um dos melhores resorts do país, que oferece todo o conforto que você merece! Andando mais um pouco pelas praias, a gente encontra restaurantes com gastronomia bem regional, e também deliciosa!

 LUGARES INTERESSANTES NA ÁREA RURAL  DE CHAPADA DOS GUIMARÃES

  • COMUNIDADE JOÃO CARRO – Fica na região do Manso, e a gente atravessa de balsa para chegar na Comunidade. O pessoal lá é receptivo, produzem artesanato de palha (lembra daquelas vassouronas, boas de varrer? Então!), e tem oficinas de costura e fábrica de derivados de mandioca. Além disso, o Projeto Ciranda Mundo mantém dois núcleos de música lá: de violinos e percussão. Vale a pena a visita!
  • COMUNIDADE RIO DA CASCA – História e emoção. Assim é o vilarejo Rio da Casca. Seus habitantes vivem da agricultura familiar, e o artesanato em palha (lindos, com palha natural e colorida) engrossa a renda familiar. Em 1994, foi criada a Estação Ecológica do Rio da Casca, uma área de Reserva Permanente, composta por duas áreas, de 3.329ha e 205ha, respectivamente. A região abriga três comunidades quilombolas: a Lagoinha de Cima, a Lagoinha de Baixo e a Mata Grande. Foi escolhida para abrigar o único Santuário de Elefantes da América do Sul – aqui, os animais circulam livres pela área, se recuperando de maus tratos sofridos durante anos. O Santuário, somado à história e à vida que se leva no Rio da Casca, fazem parte de um passeio inesquecível, por lugares preservados pelo homem e esculpidos pela Natureza.
  • COMUNIDADE CACHOEIRA RICA/ PEBA - Vem do Peba a maioria dos produtos que encontramos na Feira Livre, todos os sábados e domingos, na cidade. Frutas, verduras (livre de agrotóxicos) , carnes de ave e suína (caipira, de um jeito bom de se comer alimentos de qualidade), queijos, doces...enfim, a comunidade supre bem o consumo de moradores e turistas na cidade de Chapada dos Guimarães.
  • ÁGUA FRIA - Esse Distrito de Chapada dos Guimarães fica a 37 km do centro da cidade, e é outro lugar histórico que temos por aqui. Hoje, a vila é habitada por descendentes dos garimpeiros de diamante que se fixaram por ali ainda na primeira metade do Séc. XX – no auge do seu desenvolvimento, Água Fria ficou conhecido não só pela produção do garimpo, mas também por abrigar cabarés muito famosos na época.
  • COMUNIDADE MORRO BOM JARDIM – Composta por moradores cujo lastro financeiro está na agricultura familiar. Fica no entorno do Lago do Manso.
  • VARGINHA – Comunidade do Distrito de Água Fria, já na região da bacia hidrográfica do Manso, é  caracterizada pela economia de subsistência. Em Varginha, a produção artesanal surge como atividade cultural e de diversificação econômica para a população. Produzem peças de cerâmica como panelas, potes, vasos para plantio, fruteiras, assadores, pratos, canecas e pequenas tigelas, comercializadas inclusive, na cidade Chapada dos Guimarães. Os artesanatos em trançado são representados por cestos, “apás” (peneira de arroz, tecida em fibra de buriti),  “tipixis” (cesto de prensar mandioca) e cadeiras e redes de algodão trançados em tear.
  • GLEBA JANGADA RONCADOR - Fica na belíssima região de Pedra Grande.
  • ACORÁ, PRAIA RICA, MÃO DE PILÃO, SÃO ROMÃO, TRÊS SALTOS, CACHOEIRA BOM JARDIM, BARRA DO BOM JARDIM, RIBEIRÃO MUTUM, CÓRREGO DO CAMPO, CAPÃO DAS VACAS, CAMPESTRE, PANTANALZINHO, RONCADOR DOS MENDES, PONTE ALTA -  Estas pequenas aglomerações são popularmente conhecidas como Corrutelas (palavra dada a pequenos povoados longe dos centros regionais, espécies de vilas, lugarejos, que davam e dão apoio aos viajantes, tropeiros ou romeiros, em algumas regiões do pais também se dá o nome de "patrimônio"). Importante ressaltar que nelas ocorrem as mais tradicionais Festas de Santos, do Estado e do Município. A visita sempre vale, porque são nas comunidades que temos contato com os tons rústicos da vida de quem está longe de um centro urbano.  

VISITAS URBANAS/HISTÓRICAS

A CIDADE - Pequena, aconchegante, envolvente. No ritmo slow city, Chapada dos Guimarães se abre para o mundo. Além dos artesãos e artistas que encontramos diariamente, alguns pontos de visitação são imprescindíveis:

  • IGREJA DE SANT’ANA – José Carlos Pereira, em 1778, achou que a Matriz da cidade estava em estado precaríssimo. Resolveu então construir uma nova, que ficava a meia légua de distância da Aldeia Velha, onde ficava a antiga. Com a ajuda dos indígenas, em 1779 estava pronta a nova Matriz, que, construída com taipa pilada, passou, ainda nos tempos antigos, por duas reconstruções. Segundo especialistas, “é o único e autêntico resíduo barroco encontrado em Mato Grosso”. No seu entorno, foram surgindo as casas de pau-a-pique, depois taipa de pilão e adobe. Foi tombada como Patrimônio Histórico em 1957. Possui três belas lâmpadas de prata, uma em cada altar, bem como um conjunto de coroa, cetro e salva – também em prata – das festas do Divino Espírito Santo. Elevada a Santuário em 2017. Veja algumas peculiaridades desta igreja:
  1. Seu adro (pátio da frente) é todo empedrado de seixos roliços conduzidos em bestas desde o rio Coxipó, serra acima por 6 léguas (cerca de 35km);
  2. Tem em sua decoração interna o trabalho de um mestre pintor e dourador vindo das Minas de Goyaz;
  3. Possui uma das duas únicas imagens do São José de Botas conhecidas no Brasil;
  4. Azulejos portugueses pintados a mão;
  5. Hércules Florence, que ali esteve em 1827 fez o seguinte comentário: “ A acanhada igreja nada apresenta de notável no exterior, interiormente, porém, se bem decadente, é, guardadas as proporções, a mais rica de toda a província em ornamentos e baixos relevos dourados. Ninguém pensa, por certo, encontrar tais restos de riqueza numa decadente aldeia da província de Mato Grosso.” 
  • PRAÇA DOM WUNIBALDO - Sabe aquele lugar onde todos querem estar? Assim é a praça central de Chapada dos Guimarães! É nela que está localizada a Igreja de Sant’Ana. Com árvores frondosas – que recebem araras e tucanos que ali se alimentam-, é convite expresso para o passeio da família, para os namorados, para os hippies que ali expõem seus trabalhos, para as diversas barraquinhas de comida de rua, que deliciam as pessoas. No seu entorno, estão as construções mais antigas de Chapada dos Guimarães, que hoje abrigam inúmeras lojas de artesanato, roupas e bares e restaurantes. Point de turistas e chapadenses, a Praça Dom Wunibaldo recebe música  boa nos finais de tarde, e muita, muita garotada brincando em paz e segurança!
  • SALA DA MEMÓRIA - Em outra construção bem antiga, e recém restaurada, a Sala de Memória cumpre o seu objetivo, que é o de preservar a história do município. Em seu acervo, encontramos objetos históricos, como panelas de barro usadas pelos escravos, cerâmica e utensílios indígenas encontrados nos leitos dos rios. Também tem fotografias e documentos antigos – a exemplo do Plano Piloto criado por Lúcio Costa especialmente para a nossa cidade. Passeio interessante e prazeroso, principalmente para quem gosta de história. Faça-nos uma visita e conheça um bocadinho mais sobre Chapada dos Guimarães!
  • PARQUE DA QUINEIRA - Criado em 2002, e localizado dentro da cidade, o Parque é belíssimo! Segundo a jornalista Josana Sales,  “O Parque da Quineira, uma pequena área verde localizada em Chapada dos Guimarães, estabeleceu uma estreita relação, de longa data, com a população chapadense. O manancial de água que abastece a cidade; o ambiente de floresta que é o refúgio para os animais do dizimado cerrado, o lugar em que vive o Troá, figura mitológica e simbólica que protege a área, onde as lavadeiras lavavam e quaravam suas roupas... a Quineira”.  Especial, o Quineira é refúgio de pássaros, inúmeras espécies vegetais, e se tornou uma Reserva porque, entre outros detalhes, abriga a captação de água da cidade. Abriga uma piscina de pedras, de água corrente, que já foi muito usada pela população local. Além disso tudo, o entorno do conhecido “piscinão”, é um bosque maravilhoso!  Se liga, que rola até um piquenique especial por lá!
  • HORTO FLORESTAL MUNICIPAL – nascentes do Coxipozinho, início do Vale da Bênção, uma floresta exuberante. Ali ainda temos uma bica, onde as pessoas levam prá casa água (da boa!) para beber. A trilha, que leva a gente até o Vale, termina em uma bela cachoeira, já em área particular. O viveiro distribui mudas, e tem cuidado especial com o canteiro de plantas fitoterápicas.
  • FAZENDA  BURITIS  – Foi aberta por Antônio de Almeida Lara, mesmo sabendo ser proibido abrir fazendas em região de garimpo: os portugueses não gostavam de ver a arrecadação caindo e nem de concorrentes para as monções de abastecimento. Mas foi essa a primeira fazenda de cana de Mato Grosso - a fazenda "Burity Monjolinho", bem onde é hoje e a Escola Evangélica de Burity. Naqueles idos, a cachaça produzida no engenho era de grande serventia para a população,  bastante sofrida pelas pestes, sezões e malárias que assolavam a região. Diz uma passagem relatada no século XVIII: "As pessoas que tinham cara de defunto deixaram-na de ter após o surgimento da cachaça do Buriti". Depois, muitos engenhos se instalaram por aqui, tornando a região importantíssima para o abastecimento local, produzindo inclusive para abastecer as terras da Espanha em troca da prata espanhola que era contrabandeada para Portugal. No final do século XIX teve até a construção de uma estrada de ferro ligando a região da Lagoinha, no interior de Chapada, até Cuiabá para o escoamento da produção! Depois, teve a Guerra do Paraguai (com a maioria dos homens na luta, diminuindo a produção local) – que quando acabou, devolveu à Chapada soldados com a peste da varíola ou bexiga, dizimando quase um terço da população daqui. Em 1888, finalmente acaba a escravidão, e Chapada entra na mais profunda decadência: não conseguia fixar os imigrante europeus na região, por conta do clima e pela quantidade de doenças e mosquitos. Chapada entra no século XX com apenas dez pôr cento da população que tinha no século XIX. A Fazenda Buriti, já abandonada, foi  vendida por uma bagatela ao presbiterianos norte americanos saídos de Salvador-BA, para estabelecer aqui a primeira missão evangélica do Brasil Central, em l923, com a Escola Evangélica do Buriti. Viu quanta história temos por aqui? Um passeio por lá é fundamental!

DADOS GEO-POLÍTICOS                                                                                                                                                          

ÁREA – 6.249,44 km²

ALTITUDE – 878 m – Morro do Atmã

CLIMA – Tropical de Altitude ou Tropical quente semiúmido

VEGETAÇÃO – Cerrado

POPULAÇÃO – 18.906 (IBGE, 2016)

MUNICÍPIOS LIMÍTROFES: Nobres, Rosário Oeste, Campo Verde, Cuiabá,

Santo Antônio do Leverger, Nova Brasilândia

DISTÂNCIA DA CAPITAL – 64 km

INFORMAÇÕES GERAIS

FUSO HORÁRIO  –  UTC -4:00 (America/Cuiaba)

TELEFONIA – CÓD. DO BRASIL: 55.   CÓD. LOCAL: 65

OPERADORAS: VIVO, TIM, CLARO, OI.

VOLTAGEM – 127 volts.

DINHEIRO – Cartões de Crédito Visa e Mastercard são os mais aceitos na maioria dos locais, mas é sempre bom levar dinheiro em espécie por causa de passeios em propriedades privadas.

BANCOS – Agências do SICOOB, Posto da CEF/Lotérica, Banco do Brasil e Bradesco.

ESTRANGEIROS – Agências oferecem informações e guias bilingues.

VACINAS – Não é necessária nenhuma vacina para visitar o local.

VIAJE LEGAL – No site Viaje Legal (www.viajelegal.turismo.gov.br) do Ministério do Turismo, existem informações sobre direitos e deveres do turista, documentação necessária, dicas sobre questões de saúde na viagem e os órgãos aos quais recorrer em caso de dúvida.

Prefeitura de Chapada dos Guimarães